O Festival do Yoga foi um daqueles encontros que nos fazem refletir sobre a forma como estamos vivendo. Em meio à correria do meu trabalho, ouvi um depoimento que resume com sensibilidade a essência dessa prática milenar.

Praticante de yoga, Keilla Soares Trad falou sobre a importância de desacelerar em um mundo cada vez mais acelerado. Para ela, o yoga não cuida apenas do corpo, da mente e da alma.
“É também um exercício de conexão consigo mesmo, de perceber o próprio corpo, silenciar os pensamentos e abrir espaço para o bem-estar.”
Suas palavras me fizeram pensar em quantas vezes seguimos no automático, sem reservar alguns minutos para respirar, sentir e simplesmente estar presentes.


Ela também destacou a importância de ampliar o acesso ao yoga por meio de iniciativas ligadas à saúde e à educação, permitindo que mais pessoas conheçam os benefícios da prática. Afinal, não existe idade para começar. “Dos mais jovens aos mais experientes, todos podem encontrar no yoga um caminho para uma vida mais equilibrada”, comentou.
Ela, ainda, deixou uma mensagem que vale guardar.
“Praticar yoga é um presente que damos a nós mesmos. Uma oportunidade de receber a energia da natureza, da luz e da serenidade para viver com mais consciência e qualidade de vida.”

Saí do festival com a sensação de que, às vezes, o que mais precisamos não é correr mais rápido, mas aprender a desacelerar.












