Há 35 anos, o empresário Wilson Inami não tinha vitrine moderna nem tecnologia de ponta. Tinha uma pastinha na mão e disposição para bater de porta em porta oferecendo seu trabalho.
Ele montava os óculos, atendia cliente, organizava a loja. Abria às 4h30 da manhã. Fazia tudo. “Quando comecei, foi difícil”, disse.
Com a parceria da esposa Cristina Kazue, os dois ampliaram o negócio e perceberam que precisavam oferecer óculos esportivos. “A maioria dos nossos clientes são os que compram óculos de grau, mas com a atividade física eu enxerguei a necessidade do esportista”, comentou.

Esporadicamente pedalava pelas ruas de Campo Grande, ele sentia na pele a necessidade de quem pratica esporte e precisa de óculos de sol com grau, conforto e proteção de verdade. Ele não vendia só armação. Ele entendia a dor de quem pedalava com o sol no rosto.
Foi assim que construiu uma ótica que cresceu junto com Campo Grande. Do centro da cidade ao Jardim dos Estados. Cliente por cliente. Conversa por conversa.
E agora, aos 63 anos, ele faz algo que muita gente com metade da idade tem medo: inovar.
A novidade que já conquistou os primeiros clientes
Recém-lançados, os óculos Meta chegaram à loja. Eles filmam, fotografam, atendem ligações, tocam música e respondem por voz.
Mas o mais bonito não é a tecnologia.
É o brilho no olhar de quem esperava por isso.

A empresária Kaira Cândida, 28 anos, foi uma das primeiras a garantir o seu. “Eu achei maravilhoso. Fazia dias que já aguardava.”
É aquele misto de curiosidade, empolgação e vontade de viver o novo.

Muito além de vender
Quando é questionado sobre fidelizar clientes, Wilson responde simples: “Eu procuro segurar.”
E ele segura como?
Com atenção. Com escuta. Com cuidado.

A venda diferenciada sempre foi o segredo. Não é empurrar produto. É entender a rotina da pessoa, o esporte que ela pratica, o dia a dia que ela vive.
Talvez seja por isso que, depois de 35 anos, a loja continua viva, atual e humana.
Tecnologia que acompanha movimento

No Papo Endorfina, a gente acredita que movimento é vida.
E tudo que facilita o nosso correr, pedalar, trabalhar e criar é bem-vindo.
Os óculos Meta não são só tecnologia.
São ferramenta para registrar o treino.
Para atender uma ligação no meio da correria.
Para viver o presente com mais liberdade.
E quando essa inovação chega pelas mãos de alguém que construiu tudo com esforço e verdade, ela ganha ainda mais significado.
Porque no fim das contas, não é sobre óculos.
É sobre visão.
Visão de futuro; sem esquecer de onde tudo começou.













