No fim, não foi só sobre a Maratona de Tóquio.
Foram fragmentos de bagagens que cada uma carregou até lá.
Cecília levou suas raízes e voltou com respostas.
Angela contou sua história e seguiu transformando tudo em movimento e arte.



Duas mulheres. Dois caminhos.
E uma mesma linha de chegada, na terra do sol nascente.
Elas correram quilômetros e atravessaram a si mesmas.
Porque a maratona faz isso com a gente.
Ela revela novas versões.















